NOVO CARGO

Simone Tebet aceita convite para Ministério do Planejamento

De acordo com Padilha, Lula convidou Tebet na última sexta-feira (23) e teria havido “sinalização positiva por parte da senadora”.

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(Crédito: Agência Brasil)

O futuro ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, confirmou o convite feito à senadora Simone Tebet (MDB-MS). Foi oferecido nesta terça-feira (27) o Ministério do Planejamento, que será recriado pelo governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

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De acordo com Padilha, Lula convidou Tebet na última sexta-feira (23) e teria havido “sinalização positiva por parte da senadora”. O ministro negou que tenha sido costurado um acordo para tornar mais robusta a estrutura do Planejamento e que isso teria levado ao aceite da parlamentar.

Segundo Padilha o convite foi feito por Lula “pelo papel que ela teve no segundo turno, pela qualidade que ela tem como senadora, essa foi a motivação”. Ele deu as declarações após reunião com o presidente do MDB, Baleia Rossi.

Em terceiro lugar na corrida presidencial, Simone Tebet declarou apoio a Lula no segundo turno e teve papel ativo na campanha, subindo em palanque e viajando pelo país em defesa da candidatura lulista. Isso aumentou o seu cacife para assumir uma pasta no novo governo.

De início, a senadora gostaria de ocupar uma pasta mais ligada à execução de programas sociais do governo, mas teria aceitado o Planejamento diante de seu papel estratégico na definição do orçamento e de políticas públicas.

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Por diversas vezes, Padilha ressaltou o “papel central” do Planejamento na composição do governo e frisou que a pasta participa dos comitês gestores de programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, duas vitrines de governos petistas que devem retornar na nova gestão de Lula.

Ele negou que tenha havido acordo para turbinar o Planejamento, de modo a convencer Simone Tebet. Segundo o futuro ministro, já estava previsto pelo relatório final do gabinete de transição que a estrutura do ministério a ser recriado tenha sob seu guarda-chuva instituições importantes como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). “Isso não foi discutido” com a senadora, afirmou o futuro ministro.

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