Pesquisa diz que dose de reforço da Pfizer é mais eficaz para quem tomou Coronavac

O estudo concluiu que das quatro vacinas testadas em pessoas que tomaram a Coronavac, a Pfizer foi a que mais aumentou a imunidade dos vacinados

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Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em reunião de trabalho com a Delegação de Oxford e secretários do Ministério da Saúde, com a presença do Professor Dr. Andrew Pollard, diretor do Oxford Vaccine Group e da Professora Dra. Sue Ann Costa Clemens, Diretora do Grupo Vacinas Oxford-Brasil, Brasília-DF, 09/12/2021 (Créditos: Myke Sena/MS)

A pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde e liderada pela pesquisadora de Oxford Sue Ann Costa Clemens constatou que a dose de reforço é mais eficaz quando uma vacina diferente da recebida no primeiro ciclo é aplicada.

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O estudo concluiu que das quatro vacinas testadas em pessoas que tomaram a Coronavac, a Pfizer foi a que mais aumentou a imunidade dos vacinados. Depois dela vieram Oxford/AstraZeneca, produzida pela Fiocruz, a da Janssen (Johnson & Johnson), e por último a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan.

A pesquisadora Sue Ann Costa Clemens se reuniu hoje (9) com o Ministro da Saúde Marcelo Queiroga para compartilhar os resultados da pesquisa. Os dados não serão divulgados de forma detalhada pois a pesquisa ainda não foi revisada por cientistas independentes de outros países.

Até o momento, 8,8 milhões de pessoas já foram aos postos para receber a dose de reforço, o que corresponde a 9% da população.